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Doutor Lapena, de Araraquara: “Má gestão municipal piora a vida do cidadão”

FALTA EFICIÊNCIA NAS GESTÕES.              

Segundo levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP), somente 52 dos 644 municípios paulistas mostram efetividade em suas gestões públicas.Quando a prefeitura de uma cidade é mal administrada, falta dinheiro para investir na melhoria de serviços essenciais, como educação, saúde e infraestrutura. Isso reflete diretamente na qualidade de vida das pessoas”, avalia o vice-presidente do PL de Araraquara, Doutor Lapena.

 Confira abaixo a matéria na íntegra*

O vice-presidente do PL Araraquara, Doutor Lapena, lamentou o fato de um levantamento feito pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCESP) ter revelado que apenas 52 (8%) dos 644 municípios fiscalizados pela Corte possuírem gestões que podem ser consideradas efetivas.

Na avaliação de Lapena, uma gestão ineficiente compromete a qualidade de vida da população e o desenvolvimento da cidade:

“A má gestão municipal piora a vida do cidadão. Quando a Prefeitura de uma cidade é mal administrada, falta dinheiro para investir na melhoria de serviços essenciais, como educação, saúde e infraestrutura. Isso reflete diretamente na qualidade de vida das pessoas, que ficam sem o acesso aos serviços públicos de qualidade”.

Além disso, Lapena pontuou que a má gestão não compromete apenas o presente, como também o futuro das cidades:

“Quando os prefeitos gastam muito e mal, o endividamento dos municípios aumenta. Essa conta vai acabar sendo paga pelas gerações futuras, com uma fatia maior do orçamento público municipal sendo utilizada para o pagamento dessas dívidas, o que é lamentável”.

Por fim, Doutor Lapena ressaltou que os prefeitos devem pautar suas gestões na busca da eficiência:

“A prioridade da gestão pública é o cidadão. Desta forma, a utilização dos recursos deve ser feita de maneira eficiente, com aplicação em políticas públicas e ações que terão impacto significativo na qualidade de vida da população”.

O Índice de Efetividade – IEG-M

O Índice de Efetividade da Gestão Municipal (IEG-M) foi criado pelo TCESP para medir a eficiência das Prefeituras. O indicador prevê cinco faixas de classificação das administrações: ‘altamente efetiva’ (nota A); ‘muito efetiva’ (B+); ‘efetiva’ (B); ‘em fase de adequação’ (C+); e com ‘baixo nível de adequação’ (C).

Pelo segundo ano consecutivo, a maioria das cidades paulistas auditadas pelo Tribunal (todas, exceto a Capital) recebeu a pior nota (C). Sete áreas são analisadas: saúde, educação, planejamento, gestão fiscal, segurança das cidades (Defesa Civil), meio ambiente e governança em tecnologia da informação.

 

*Com informações de release encaminhado pelo PL de Araraquara, em 6 de fevereiro de 2024.